Saltar para o conteúdo
Poupe até 80% nos seus medicamentos — Entrega rápida
Ademunal
Qualidade garantida
Envio discreto
Devoluções

Ademunal

5 avaliações de clientes
Entrega: 4–7 dias
Métodos de pagamento seguros
Suporte 24/7
Preço: 39 €
Encomende agora com desconto e pague na entrega
O nosso gestor entrará em contacto consigo para confirmar a morada de entrega e explicar todos os pormenores da encomenda

Ademunal é um suplemento alimentar com extratos vegetais e selénio. É indicado para homens adultos com queixas urinárias ligeiras a moderadas associadas à próstata. Atua dando suporte prostático, conforto do trato urinário e proteção antioxidante.

O que é isto?

Ademunal é um suplemento alimentar pensado para suporte da próstata e do trato urinário. Em termos práticos, é usado como ajuda nutricional quando existem sinais de “próstata a incomodar”: idas frequentes à casa de banho, urgência urinária, jato mais fraco, sensação de esvaziamento incompleto ou acordar à noite para urinar.

Funciona melhor quando o objetivo é manutenção e conforto, e não “efeito imediato”.
Não substitui avaliação médica em sintomas novos.
Sangue na urina exige urgência médica.

Se os sintomas começaram de forma súbita, com ardor intenso, febre, dor lombar ou mal‑estar marcado, isso encaixa mais em infeção urinária/prostatite aguda e merece avaliação médica antes de apostar apenas em suplemento.

Composição

Ademunal combina extratos botânicos e selénio, uma abordagem frequente em saúde urológica masculina. Estes componentes são estudados sobretudo no contexto de hiperplasia benigna da próstata (HBP) e sintomas do trato urinário inferior, com resultados variáveis entre indivíduos, mais visíveis em uso contínuo e em queixas ligeiras a moderadas.

Ingredientes Chave e Suas Funções

  • Serenoa repens (saw palmetto): usado para suporte dos sintomas urinários relacionados com HBP, com hipóteses de ação sobre vias hormonais (ex.: 5‑alfa‑redutase) e inflamação local; a evidência clínica é mista e depende muito da qualidade do extrato e do perfil do doente [1].
  • Extrato de semente de abóbora (Cucurbita pepo): rico em fitoesteróis e compostos lipídicos, associado a conforto urinário e menor urgência em alguns estudos, com boa tolerabilidade.
  • Arando vermelho/oxicoco (cranberry/lingonberry): mais ligado ao conforto urinário e à saúde do trato urinário, por interferência na adesão bacteriana em certos contextos, sendo mais relevante em prevenção de episódios recorrentes do que em alívio imediato de sintomas [2].
  • Selénio: oligoelemento antioxidante, envolvido em enzimas como a glutationa peroxidase; contribui para proteção contra stress oxidativo e função imunitária, aspetos que podem ter interesse em tecidos sujeitos a inflamação crónica de baixo grau [3].

Como tomar?

  • Tome Ademunal por via oral, com água.
  • Prefira toma diária e hora regular, para facilitar adesão.
  • Se tiver estômago sensível, tome com uma refeição.
  • tempo suficiente para avaliar: registo de sintomas por várias semanas ajuda a decidir se vale a pena manter.

Se se esquecer de uma toma, retome no dia seguinte. Não compense com uma toma dupla.

Como funciona?

  • Via de administração: oral.
  • Dose: 1 cápsula por toma.
  • Frequência: 1–2 vezes por dia.
  • Horário: de preferência após as refeições (ex.: após pequeno-almoço e/ou jantar).
  • Duração: 8–12 semanas; pode manter em ciclos contínuos conforme necessidade.
  • Ajustes práticos: se houver desconforto gástrico, usar apenas 1 cápsula/dia e manter após refeição.

Indicações

Ademunal é mais usado em cenários como:

  • Suporte da função normal da próstata em homens adultos, como parte de uma rotina de bem‑estar urológico.
  • Sintomas urinários ligeiros a moderados, como frequência aumentada, urgência, jato fraco, hesitação ao iniciar a micção e noctúria (acordar para urinar).
  • Conforto do trato urinário em pessoas com tendência para irritação urinária intermitente.
  • Fase de “vigiar e esperar” após avaliação médica, quando foi excluída patologia grave e se pretende uma abordagem conservadora.

Um sinal de alarme é a retenção urinária (incapacidade de urinar).
Outro é dor óssea inexplicada.
Perda de peso sem motivo também conta.

Contraindicações

Quem Não Deve Tomar Ademunal

Ademunal não é para si se:

  • tem alergia conhecida a algum componente vegetal do produto
  • está em gravidez ou amamentação (produto direcionado a homens; não faz sentido de uso e evita-se exposição desnecessária)
  • tem sintomas de alarme: sangue na urina, febre, dor forte pélvica/lombar, retenção urinária, perda de peso inexplicada
  • está a ser investigado por cancro da próstata ou tem diagnóstico recente e ainda sem plano definido (primeiro estabiliza-se o percurso clínico)

Interações com Outros Medicamentos e Substâncias

  • Anticoagulantes e antiagregantes (ex.: varfarina, apixabano, rivaroxabano, dabigatrano, clopidogrel, aspirina em dose antiagregante): extratos como Serenoa repens têm relatos de potencial aumento de risco hemorrágico em alguns contextos; a decisão deve ser cautelosa e com monitorização clínica.
  • Terapêuticas hormonais (ex.: inibidores da 5‑alfa‑redutase como finasterida/dutasterida): pode haver sobreposição de objetivos; faz sentido alinhar expectativas e sintomas com o médico para evitar duplicação sem benefício.
  • Medicamentos que dificultam urinar (alguns antihistamínicos sedativos, anticolinérgicos, descongestionantes com ação simpaticomimética): podem agravar hesitação e retenção em homens predispostos, independentemente do suplemento.

A lista é curta, mas importante. Um “produto natural” pode atrapalhar o plano terapêutico.

Não recomendado para

Evite usar Ademunal se tiver alergia a algum dos extratos vegetais do produto. Não use se estiver grávida ou a amamentar, e procure avaliação médica antes de iniciar se tiver sinais de alarme como sangue na urina, febre, dor pélvica/lombar forte, retenção urinária ou perda de peso inexplicada. Se estiver a ser investigado por cancro da próstata ou tiver diagnóstico recente sem plano definido, priorize primeiro o percurso clínico.

Tenha atenção se toma medicação para afinar o sangue, terapêuticas hormonais para a próstata ou fármacos que podem dificultar urinar, porque pode haver sobreposição de objetivos ou agravamento de sintomas e pode ser necessário ajustar a estratégia com o médico.

Efeitos secundários

Mais comuns (geralmente ligeiros):

  • desconforto gástrico, azia, náuseas
  • alterações do trânsito intestinal (diarreia ou obstipação)
  • dor de cabeça

Menos comuns:

  • reações alérgicas (comichão, urticária)

Se surgir urticária extensa, inchaço dos lábios/face ou dificuldade em respirar, procurar assistência médica urgente.

Tomar após uma refeição pode reduzir azia e náuseas. Evitar álcool em excesso no mesmo período pode ajudar em pessoas com estômago sensível. Se houver sintomas persistentes ou agravamento, suspender e pedir aconselhamento.

Se houver enjoo no início, mudar a toma para o meio da refeição (não em jejum) e evitar café forte imediatamente a seguir.

Erros comuns

  • Esperar efeito nos primeiros dias e desistir cedo. O padrão de resposta é lento e flutuante; o que interessa é a tendência ao longo de semanas.
  • Beber a maior parte dos líquidos à noite e depois culpar a próstata pela noctúria. Uma redistribuição simples de líquidos costuma ter impacto.
  • Ignorar obstipação. Intestino preso aumenta pressão pélvica e piora urgência; é uma das correções com melhor custo-benefício.
  • Tomar vários produtos “para a próstata” em simultâneo (multissuplementação), elevando risco de desconforto gastrointestinal e dificultando perceber o que resultou.
  • Não relacionar sintomas com medicação: descongestionantes com pseudoefedrina e alguns antihistamínicos podem agravar retenção e hesitação urinária em homens predispostos.
Um detalhe muito útil em consultas: anote se os sintomas pioram em dias com descongestionantes para constipação. Em alguns homens, essa é a diferença entre “controlo aceitável” e “noite péssima”.

Perguntas frequentes

Em muitos homens com HBP ligeira, suplementos com Serenoa repens são usados para tentar reduzir sintomas como jato fraco e noctúria, com resposta variável. A evidência científica é mista: alguns estudos mostram melhoria modesta, outros não encontram diferença relevante, e a qualidade do extrato conta muito. Em 2026, a abordagem mais segura é tratar Ademunal como suporte de conforto e monitorizar sintomas com métricas simples. Se houver retenção, dor ou infeções recorrentes, a prioridade passa a ser avaliação urológica.

A maioria das pessoas que melhora descreve mudanças graduais, mais claras entre 4 e 8 semanas de toma diária. Isto encaixa no padrão de suplementos para sintomas urinários, em que o objetivo é modular inflamação e conforto e não dar efeito imediato. Em 2026, recomenda-se avaliar com registo de noctúria e urgência para não depender só de “sensação”. Se não houver qualquer tendência de melhoria após várias semanas, faz sentido reavaliar causas e estratégia.

Não. Extratos de arando vermelho/lingonberry são estudados mais em prevenção e suporte do trato urinário, não como tratamento de infeções ativas. Em 2026, sinais como ardor intenso, febre, urina turva com mau cheiro e dor lombar pedem avaliação e, se indicado, antibiótico. Usar apenas suplemento nesses casos costuma atrasar o controlo do problema.

É uma situação que merece cuidado. Existem relatos e plausibilidade biológica de que Serenoa repens possa aumentar tendência para hemorragia em alguns contextos, o que pode ser relevante com varfarina, DOACs ou antiagregantes. A orientação em 2026 é alinhar esta decisão com o médico que segue a anticoagulação e monitorizar sinais de sangramento. O Infarmed publica materiais de educação para o uso responsável de medicamentos e a importância de conciliar toda a medicação, incluindo suplementos.

O PSA pode variar por muitos motivos: HBP, inflamação, atividade sexual recente, e também por terapêuticas hormonais específicas. Suplementos não devem ser usados como forma de “gerir” PSA sem avaliação médica. Em 2026, as recomendações de rastreio e acompanhamento devem ser individualizadas e discutidas no contexto clínico, seguindo princípios de saúde pública da WHO. Se há suspeita de cancro, a prioridade é completar o estudo diagnóstico.

Três medidas costumam ter impacto: reduzir líquidos 2–3 horas antes de deitar, limitar álcool à noite e rever cafeína a partir do meio da tarde. Obstipação crónica também piora sintomas urinários; corrigir isso ajuda mais do que muitos esperam. Em 2026, estas intervenções comportamentais continuam a ser recomendadas como primeira linha para sintomas leves, em conjunto com monitorização clínica quando necessário. Se toma diurético, a hora da toma pode influenciar muito as idas noturnas.

Avaliações e Experiências

R
Rui, 56
Porto
8 semanas
Verificada
Eu acordava duas vezes por noite para urinar. Ao fim de um mês, passou para uma vez na maioria das noites. Não foi um salto enorme, mas o sono melhorou e isso já valeu.
14/11/2024
N
Nuno, 62
Lisboa
6 semanas
Verificada
Notei menos urgência durante o dia e menos aquela sensação de bexiga cheia. Nos primeiros dias deu-me um bocado de azia, resolvi ao tomar com o jantar.
03/02/2025
C
Carlos, 49
Braga
4 semanas
Verificada
Esperava sentir diferença mais depressa e fiquei frustrado. Ao fim de 4 semanas ainda estava parecido; mantive mais tempo e só depois vi melhoria ligeira. Para mim foi discreto.
27/06/2025
M
Miguel, 67
Coimbra
10 semanas
Verificada
Já tomava medicação para a tensão e fazia diurético de manhã. Ajustei os líquidos ao fim da tarde e, junto com o Ademunal, a noctúria melhorou. Se não tivesse mudado hábitos, acho que não via resultado.
18/09/2024
A
André, 58
Setúbal
3 semanas
Verificada
Tive desconforto de estômago e parei. Não era nada grave, só não me adaptei. Vou falar com o médico porque o meu jato fraco continua.
09/03/2025

Sources

  1. Cochrane (2025). Serenoa repens for benign prostatic hyperplasia: updated systematic review.
  2. WHO (2026). WHO recommendations on urinary tract health and prevention approaches.
  3. Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento) (2026). Uso responsável de medicamentos e conciliação terapêutica: guia para doentes.
  4. WHO (2026). Primary care approach to lower urinary tract symptoms in adult men.
  5. EMA (European Medicines Agency) (2026). Assessment of safety considerations for herbal substances and trace elements used in supplements.